Blog do PAULO MELO

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Pesquisa Deputado Distrital




O Instituto Directa realizou pesquisa de intenção de votos apenas junto ao segmento evangélico, para todos os cargos eletivos no DF. Foram entrevistadas 1.020 pessoas de várias igrejas evangélicas de todo o Distrito Federal. O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 22 de julho. Tanto a pesquisa espontânea quanto a estimulada mostra a candidata Liliane Roriz(PRTB) na liderança. Outro número que chama a atenção é o número de indecisos que chega a 74%. 


Espontânea 

Liliane Roriz 5%

Rodrigo Delmasso 0,7%

Pastor Egmar 0,7%

Bispo Renato 0,4%

Júlio César 0,5%

Risomar Carvalho 0,5%

Missionária Denisia Maria 0,5%

Robério Negreiros 0,1%

Chico Vigilante 0,1%


Godofredo 0,1%

Agaciel Maia 0,1%

Cláudio Abrantes 0,1%

Maninha 0,1%

Guilherme Campelo 0,1%

Ana Maria Silva 0,09%

Nilo Cerqueira 0,09%

Paulo Roriz 0,09%

Não sabem 74%

Nulo/Branco 16,83%


Estimulada 

Liliane Roriz 7,9%

Pastor Egmar 6,4%

Bispo Renato 6%

Missionária Denisia Maria 6% 

Júlio César 3,2%

Agaciel Maia 3%

Cláudio Abrantes 2,8%

Rodrigo Delmasso 2,8%

Risomar Carvalho 2,7%

Chico Vigilante 1,7%

Leila do Volei 1,6%

Chico Leite 1,4%

Paulo Roriz 1,3%

Marcos Arruda 1,2% 

Celina Leão 1,1%

Doutor Michel 1,1%

Toninho Pop 1%

Nilo Cerqueira 1% 

Robério Negreiros 0,9%

Daniel de Castro 0,8%

Wasny de Roure 0,8%

Ana Maria Silva 0,5%

Doutor Charles 0,5%

Godofredo 0,5%

Guilherme Campelo 0,4%

Charles Kireibara 0,3%

Dedé Roriz 0,3%

Sandra Faraj 0,3%

Cristiano Araújo 0,2% 

Everardo Ribeiro 0,1%

Juareizão 0,1%

Brancos/Nulos 16% 

Não sabem 25%

Outros 1,7%

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do DF(TRE-DF) com o número DF-00023/2014

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Reunião dos Brics definirá novo banco de desenvolvimento

Em Fortaleza e Brasília, chefes de estado definirão a presidência, o local da sede do novo banco e criação de fundo

BRICS discutirão criação de instituições financeiras que terão reservas de até US$ 200 bilhões

Países definem medidas de sustentabilidade ambiental

Os chefes de Estado e de governo do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - que integram o bloco dos Brics - vão discutir na próxima semana (15 e 16), na 6ª reunião de cúpula do bloco, em Fortaleza (CE), a criação do Banco de Desenvolvimento, destinado a financiar projetos de infraestrutura e de sustentabilidade.

Também será discutida a criação do fundo Arranjo Contingente de Reservas (CRA), para ajudar os países do bloco em caso de dificuldades com balanço de pagamentos.

Segundo o subsecretário de Política do Ministério das Relações Exteriores, embaixador José Alfredo Graça Lima, o banco e o fundo “não serão competidores do Banco Mundial (Bird) nem do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas suplementares a estas instituições”.

Segundo informações de Graça Lima, o banco terá capital inicial de US$ 50 bilhões, sendo US$ 10 bilhões em recursos e US$ 40 bilhões em garantias. Depois da assinatura do acordo para sua criação, o banco terá que ser aprovado pelos parlamentos dos cinco países.

Quanto ao fundo, o embaixador informou que o capital inicial será de US$ 100 bilhões e que o seu objetivo será enfrentar desequilíbrios nos balanços de pagamentos de algum dos países do Brics, que venha a enfrentar dificuldades.

A China entrará com US$ 41 bilhões; o Brasil, a Rússia e Índia com US$ 18 bilhões cada; e a África do Sul com US$ 5 bilhões. A expectativa é que outros países em desenvolvimento também possam tomar empréstimos do banco, mas os critérios para tanto serão definidos em um segundo momento, disse José Alfredo Graça Lima.

A presidência do banco, que será rotativa, e o local de sede serão definidas na cúpula, na capital cearense, bem como o conselho de administração e outras questões técnicas. O Brasil foi o único membro que não se candidatou a sediar o banco. As opções são Xangai (China), Joanesburgo (África do Sul), Moscou (Rússia) e Nova Delhi (Índia).

Infraestrutura
Em palestra para jornalistas, nessa quarta-feira (9), no Centro Aberto de Mídia da Copa, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, o embaixador falou sobre o encontro do grupo formado por estes cinco países, que começará no dia 15, na capital do Ceará, e terminará em Brasília, no dia seguinte, com participação de todos os mandatários das nações do Brics e de países convidados da América do Sul.

“Os financiamentos serão para projetos sustentáveis e de infraestrutura. O banco suplementa o Bird e o arranjo de contingente de reservas espelha o FMI. Os países do Brics têm propostas de reformas que não podem ser atendidas, especialmente pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).


De certa maneira, a criação do arranjo contingente de reservas e do banco atende a essas necessidades”, disse ele. “O foco da participação do Brics está na responsabilidade por uma ordem mais justa, não para ter mais poder. Nos dias de hoje não é importante apenas crescer, é preciso crescer com melhor distribuição da renda, e é disso que estamos justamente tratando na 6ª Cúpula dos Brics”, completou.

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