Blog do PAULO MELO

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

"Plano de Mobilidade por Bicicleta do DF" ganha destaque nacional

"Plano de Mobilidade por Bicicleta do DF" ganha destaque nacional
Documento oficial do projeto será apresentado pela Casa Civil na "Semana da Mobilidade de Niterói", no Rio de Janeiro
 O documento oficial do "Plano de Mobilidade por Bicicleta do Distrito Federal" -que prevê o estímulo ao uso das bikes como política de Estado- será apresentado sexta-feira (27) na "Semana da Mobilidade de Niterói", no Rio de Janeiro, pela Casa Civil do DF.

"Este documento está sendo requisitado em vários eventos. Em Niterói, ele vai servir como troca de experiências. Eles vão saber como o DF se organiza de acordo com essa política de mobilidade e vice-versa", informou o coordenador do Plano e representante da Casa Civil, Paulo Alexandre Passos.

O Plano prevê o estímulo ao uso das bicicletas por razões ambientais, urbanísticas e de saúde pública. Entre os grandes projetos previstos está a conclusão de 600km de ciclovias e ciclofaixas para integrar todo o Distrito Federal.

A "Semana de Mobilidade", da qual faz parte o Dia Mundial sem Carro, reúne população, órgãos governamentais e iniciativas privadas em palestras, oficinas, debates, atividades recreativas e educativas.

Também conta com a participação dos principais atores do Rio de Janeiro e convidados internacionais.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Avaliação do Plano Plurianual revela execução de 82% do que foi planejado para 2012

Dado foi apresentado em audiência pública na Câmara Legislativa
Oitenta e dois por cento dos valores previstos no planejamento do Governo do Distrito Federal (GDF) para o exercício financeiro de 2012 foram executados. A informação consta da apresentação que a Secretaria de Planejamento e Orçamento (Seplan) fez nesta segunda-feira (23), durante audiência pública promovida pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para avaliar o Plano Plurianual 2012-2015.
"No Plano Plurianual, para 2012, foram previstos recursos no montante de R$ 25,196 bilhões. Desse total, foram executados R$ 20,670 bilhões provenientes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, do Orçamento de Investimento das Empresas Estatais, e do Fundo Constitucional do Distrito Federal", explica o subsecretário de Planejamento, José Agmar de Souza.
O Plano Plurianual – PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do governo, que promove a integração do planejamento e do orçamento. Conforme determina a Lei Orgânica, é encaminhado à Câmara Legislativa no primeiro ano de governo e deve estabelecer diretrizes, objetivos e metas, de forma regionalizada, para um período de quatro anos.
Atualmente, encontra-se em vigor o PPA 2012-2015. É ele que orienta a elaboração anual da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que, por sua vez, funciona como elo entre o PPA e os orçamentos anuais, compatibilizando as diretrizes do plano à estimativa das disponibilidades financeiras de determinado exercício.
Macrodesafios - O planejamento estratégico do GDF estabeleceu sete macrodesafios para o PPA 2012-2015: 1) melhorar a qualidade de vida; 2) reduzir as desigualdades sociais; 3) propiciar educação pública gratuita, democrática e de qualidade para todos; 4) diversificar a base econômica, potencializando as vocações do DF; 5) realizar uma gestão eficaz, transparente e participativa, com foco no cidadão; 6) garantir segurança pública por meio do uso inteligente de recursos humanos e tecnológicos; 7) garantir ao cidadão um atendimento de saúde integral e humanizado.
"Para atingir as metas fixadas no PPA 2012-2015, tivemos de conter gastos e ampliar investimentos. Hoje o DF encontra-se com contas equilibradas, não está endividado e nosso objetivo é ampliar os investimentos para assegurar e melhorar a qualidade de vida nas cidades. Prova disso é que de janeiro a agosto deste ano já investimos mais do que foi investido ao longo do ano passado. E mais: no Projeto de Lei Orçamentária para 2014, encaminhado no último dia 13 à Câmara Legislativa, nossa meta é pela primeira vez na história de Brasília, fazer com que os recursos destinados a investimentos superem aqueles necessários ao custeio da máquina administrativa", afirma o secretário de Planejamento e Orçamento do DF, Luiz Paulo Barreto.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Papa Francisco pede que governantes tenham humildade e amor ao povo

O serviço da autoridade foi o tema da homilia pronunciada esta manhã pelo Papa Francisco na missa presidida na capela da Casa Santa.



Comentando o trecho do Evangelho em que o centurião pede a Jesus que cure o seu servo e a carta de São Paulo a Timóteo, com o convite a rezar pelos governantes, o Papa falou das características indispensáveis que um político deve ter: humildade e amor pelo povo.

“Um político que não ama pode, no máximo, colocar um pouco de ordem, mas não governar”, disse Francisco, citando Davi, que amava seu povo a ponto de pedir que o Senhor o punisse depois do pecado de numerar o seu povo:

Não se pode governar sem amor ao povo e sem humildade! E todo homem e mulher que assume um cargo de governo, deve fazer duas perguntas: “Eu amo o meu povo para servi-lo melhor? Sou humilde e dou ouvidos a todos, ouço várias opiniões para escolher o melhor caminho?”. Se estas perguntas não são feitas, não será um bom governo. O governante homem ou mulher que ama seu povo é uma pessoa humilde.

Já São Paulo exorta todos os governados a rezarem por todos aqueles que estão no poder, para que possamos ter uma vida calma e tranquila. Os cidadãos, disse o Papa, não podem se desinteressar da política:

Nenhum de nós pode dizer “não tenho nada a ver com isso, eles governam...” Ao invés, eu sou responsável pelo seu governo e devo dar o melhor de mim para que eles governem bem e participar da política dentro das minhas possibilidades. A política – afirma a Doutrina Social da Igreja - é uma das formas mais altas de caridade, porque serve ao bem comum. Eu não posso lavar minhas mãos. Todos devemos oferecer algo! 

Existe o hábito de somente falar mal dos governantes e criticar o que está errado. Assiste-se ao noticiário na televisão, lê-se o jornal, e as críticas são contínuas. Fala-se sempre mal e contra. Talvez, disse o Pontífice, o “governante seja sim um pecador, como Davi, mas eu devo colaborar com a minha opinião, com a minha palavra, e também com a minha correção”, porque todos “devemos participar do bem comum!”. E quando “muitas vezes ouvimos que um “bom católico não entra na política”, isso não é verdade:

Um bom católico se empenha na política oferecendo o melhor de si, para que o governante possa governar. Mas qual a melhor coisa que podemos oferecer aos governantes? A oração! É aquilo que Paulo diz: “Oremos por todos os homens, pelo rei e por todos os que estão no poder”. “Mas, Padre, aquela é uma má pessoa, tem que ir para o inferno …”. Reza por ele, por ela, para que possa governar bem, para que ame o seu povo, para que sirva à população, para que seja humilde! 

"Um cristão que não reza por seus governantes, não é um bom cristão! Se uma pessoa é má, “reze para que se converta!Rezemos pelos governantes para que governem bem, para que levem avante nossa pátria, nossa nação e também o mundo, que exista paz e o bem comum.”

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Novos secretários de Publicidade e de Comunicação

O comando das secretarias de Comunicação e Publicidade do governo do Distrito Federal sofreram mudanças nesta terça-feira, dia 10.



O governador Agnelo Queiroz (PT) desistiu de fundir as duas pastas, convidando o jornalista e ex-secretário de Publicidade André Duda para a área, no lugar de Abimael Nunes. O Secretário de Comunicação Ugo Braga decidiu, então, pedir demissão.

André Duda cuidou da área como o primeiro secretário no governo de Rogério Rosso. Ele foi apresentador de telejornais e atuava na agência de propaganda AV, pertencente a Wellington Moraes, ex-secretário de Comunicação dos governos Joaquim Roriz e José Roberto Arruda.

Ugo Braga resolveu apresentar imediatamente seu pedido de demissão e será substituído por outro jornalista muito experiente, o atual subscretário Rudolfo Lago, que já passou pelos mais importantes veículos de comunicação do País.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

PMDB libera Luiz Pitiman

Um novo cenário se descortina na vida política do deputado federal Luiz Pitiman, a dois passos para deixar o PMDB. Se dependesse só de uma decisão do presidente da legenda no DF, Tadeu Filippelli, Pitiman já poderia alçar voo rumo a outra legenda, mas ainda falta a palavra final do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como o PMDB não vai reivindicar o mandato, Pitiman só aguarda o TSE julgar seu processo para sair a campo, analisando com lupa convites de vários partidos interessados em seu passe.
Discreto, mas “trabalhando muito na construção de um projeto alternativo para o Distrito Federal sair da letargia em que se encontra”, Pitiman vem mantendo um ritmo de reuniões que mataria de inveja o governador Agnelo Queiroz. Na sexta-feira, 30, começou sua agenda de reuniões, encontros e articulações políticas nas primeiras horas da manhã e terminou num jantar à noite. Num destes poucos intervalos, o Jornal Opção conversou rapidamente com Pitiman sobre o futuro pós-PMDB. “Estou conversando com os variados segmentos políticos e empresariais da cidade para, assim que obtiver uma resposta do TSE, traçar meu caminho”, disse enigmático. Especulações apontam que Luiz Pitiman deve ir para o PSDB, legenda onde ele tem dois grandes amigos e aliados: o presidenciável Aécio Neves e o governador de Goiás, Marconi Perillo.

Com um quadro ainda confuso no espectro centro-direita onde postulam a cabeça de chapa, Joa­quim Roriz, José Roberto Arruda (ambos sem partido), Paulo Octávio, Alberto Fraga (DEM), Rogério Rosso, Eliana Pedrosa (PSD) e Izalci Lucas (PSDB), só para citar os mais evidentes, Pitiman espera passar o prazo de filiação, 5 de outubro, para vislumbrar com mais nitidez um caminho. “Antes do prazo final de filiação, fica difícil traçar um rumo”, resume ele.

O deputado prefere falar das so­lu­ções e não dos problemas que o DF passa atualmente. Para ele, os grandes estadistas buscaram nos sonhos das pessoas comuns, aquelas que estão longe dos palácios e das decisões políticas, soluções práticas para levantar uma nação. “Talvez este seja o caminho que devemos trilhar. Digo nós, lideranças preocupadas com o hoje, base de um amanhã onde nossos filhos e netos vão edificar seus projetos de vida”.
Pitiman sabe que terá pela frente grandes desafios e um deles, sem dúvida, será o de unir as forças dispersas que não concordam com a gestão de Agnelo. Lidar com a vaidade política não é tarefa para amador, mas o deputado acredita na construção de um projeto político-administrativo que contemple todas essas forças em prol do desenvolvimento econômico e social do DF.

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